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Encordoamentos

 

Em nossa opinião, o encordoamento representa mais de 50% do desempenho do jogador.

 

    A escolha do tipo de corda e tensão aplicada para uma raquete de tênis é muito importante para a qualidade, evolução e  performance do jogador, assim como à preservação do braço do atleta. Pense bem antes de dizer “Coloque qualquer corda”.

     Na U-TENNIS, todos os encordoamentos são realizados nas melhores máquinas do mercado e contamos com a maior variedade de tipos de cordas do Brasil. Temos mais de 200 opções de cordas à disposição do cliente.

     As máquinas eletrônicas de alta precisão que operamos são as Babolat Sensor Expert Dual, Wilson Baiardo e Babolat Sensor Dual, as quais, juntas fazem quase todos os torneios ATP pelo planeta, inclusive os Grand Slams.

  

Babolat Sensor Expert Dual Wilson Baiardo Babolat Sensor Dual
Babolat Sensor Expert Dual Wilson Baiardo Babolat Sensor Dual

 

 

Tipos de Cordas

 

Nylon

 

Tipo CW – (Core + Wrap) – Composta de um núcleo mais grosso e uma única camada  de filamentos de poliamida.

 

• São cordas básicas. Baixo custo.

• Perdem tensão rapidamente.

• Alteram-se facilmente com a variação de temperatura.

• Tem baixa absorção ao impacto. Há exceções.

• Em geral são grossas.

• São mais resistentes à quebra, pois afrouxam rapidamente.

 

Tripa sintética

 

Tipo CWW – (Core + Wrap + Wrap) – Composta de um núcleo e duas camadas de filamentos de poliamida.

 

• Custo intermediário.

• Perdem menos tensão do que o nylon.

• Estão menos sujeitas a variação de temperatura.

• Tem boa absorção ao impacto.

• Em geral são finas ou intermediárias.

• Resistem menos à quebra do que o nylon.

 

Tripa sintética Premium

 

Tipo CWWP – (Core + Wrap + Wrap + Cover) – Composta de um núcleo e duas camadas de filamentos de poliamida e uma cobertura de outro material (normalmente é usado Teflon ou silicone).

 

• Resistem mais a quebra do que o nylon e as tripas sintéticas.

 

Tripa sintética com Rugosidade

 

Tipo CWWS – (Core + Wrap + Wrap + Rough Surface) – Composta de um núcleo e duas camadas de filamentos de poliamida com a superfície rugosa.

 

• Resistem menos à quebra que as outras tripas sintéticas.

• Proporcionam melhor aderência na bola e geram mais spin.

 

Poliéster

 

Tipo P – (Poliester) – Composta de um monofilamento de poliéster (PET – polietileno tereftalato)

 

• Alta perda de tensão.

• Sofrem pouco com a variação de temperatura.

• Disponível em várias espessuras.

• Bem resistentes à quebra.

• Custo intermediário.

• Baixa absorção ao impacto.

• Contra indicada para quem teve ou tem histórico de incômodo no braço.

 

Tripa Natural 

 

Tipo N – Natural Gut – Origem animal. Normalmente composta de tripa de carneiro.  

 

• Segue e otimiza todas as características da tripa sintética.

• Alta sensibilidade da bola e raquete.

• Altíssimo conforto.

• Extremamente sensível a umidade.

• Alto custo.

• Baixa durabilidade.

 

MultifilamentoMateriais de Alta Performance

 

Tipo MF – São cordas com centenas ou até mais de mil filamentos de poliamida ou poliuretano.

 

• São cordas sintéticas de altíssimo nível. Em geral multifilamentos desenvolvidos com tecnologias avançadas e matérias primas sofisticadas.

• De alta absorção ao impacto da bola, são as cordas indicadas aos tenistas com histórico de incômodo em qualquer parte do braço.

• Com média durabilidade, desfiguram a trama e em geral alto custo.

 

Copolímero

 

Tipo CP – Produzidas com diversos polímeros ou densidades diferentes.  

 

• Embora muitos confundam as cordas de poliésteres com as de copolímeros (constituídas por diversos polímeros), é preciso saber que existem algumas semelhanças, mas as diferenças são significativas.

• Compartilham da mesma dureza e são ótimos produtores velocidade de bola, mas os copolímeros têm maior absorção ao impacto e afrouxam significativamente menos do que os poliésteres.

Hoje podemos afirmar que 95% dos jogadores profissionais masculinos, e uma boa fatia do feminino, usam este tipo de corda.

• Fabricada em diversas espessuras, tem muito boa durabilidade. Reconhecidamente a maior evolução técnica em equipamentos para o esporte tênis dos últimos anos.

 

Copolímero Rugoso

 

• São copolímeros com a superfície rugosa ou com sua seçaõ transversal de formatos diferentes do circular (Hexagonal, Heptagonal, Octagonal, estrela, engrenagem e outros formatos)

• Proporcionam melhor aderência na bola e geram mais spin.

 

Híbrida (combinação de tipos de cordas)

 

• A mistura de duas cordas na mesma raquete é chamada de "corda híbrida" . A combinação mais popular é a de um copolímero na posição vertical e uma tripa sintética ou tripa natural ou ainda um multifilamento na horizontal.

• Indicadas aos jogadores avançados e profissionais por sua excelente adaptação aos mais variados golpes, tem muito boa durabilidade e absorção ao impacto da bola (se comparada a uma raquete encordoada com copolímero por inteiro).

• Podem ser misturadas em qualquer espessura, sendo que as com os copolímeros mais finos, são melhores para a velocidade de bola e o conforto.

 

Algumas regras gerais e informações sobre cordas

 

     Para obter o melhor de sua raquete, o jogador deverá fazer um pouco mais que colocar a melhor corda.  A escolha da tensão correta é tão importante quanto a escolha da raquete. Como regra geral, quanto mais dura a corda, o jogador terá menor potencia e maior controle. Com baixas tensões ganha-se maior potência e conforto mas, se tem menor controle. Em todo caso deve-se testar diferentes tensões; se jogar melhor – ótimo; se não jogar, volte a sua antiga tensão na próxima vez que encordoar sua raquete. Para mostrar os efeitos de diferentes tensões de encordoamentos e diâmetros de cordas que podem ser colocados na raquete, seguem-se as seguintes tabelas:

 

Tensão da CordaPotênciaControleDurabilidadeFeelConforto
Menor tensão Maior Menor Maior Maior Maior
Maior tensão Menor Maior Menor Menor Menor

 

Espessura da CordaElasticidadeDurabilidadeSpinFeelConforto
Mais Fina Maior Menor Maior Maior Maior
Mais Grossa Menor Maior Menor Menor Menor

 

      Para aumentar a durabilidade das cordas não se deve expor a raquete ao calor extremo, frio ou umidade. Sempre procure mantê-la em sua Thermobag.

     Cordas perdem a elasticidade com o tempo. Uma raquete acaba gerando a bola mais rápida e outra mais lenta. Isso é um efeito negativo em sua jogabilidade; jogadores com o braço sensível irão sentir isso rapidamente. No geral não se deve usar uma corda por mais tempo que 2 a 3 meses. Essa é a hora em que se deve cortar a corda e re-encordoar as raquetes.

     Alternativamente  o diâmetro das cordas não são especificados em milímetros, mas sim no antigo "gauge". Abaixo a tabela que ajuda a converter a espessura aproximada dessas duas medidas:

 

Gauge*Diâmetro Aproximado
15 1.39mm - 1.45mm
15L 1.33mm - 1.39mm
16 1.29mm - 1.33mm
16L 1.26mm - 1.29mm
17 1.23mm - 1.25mm
17L 1.18mm - 1.22mm
18 1.10mm - 1.17mm

 

* Gauge - Gauges são antigas medidas de espessura originadas na Inglaterra no século 19, as quais serviam para medir espessura na indústria de metais na época que não existia uma medida padrão internacional. Os tamanhos dos Gauges são o resultado do fracionamento da polegada, ou seja, em nosso caso (cordas), são quantas cordas cabem lado a lado em uma polegada linear.